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Natural de Porto Alegre (RS), Danielle é artista plástica e restauradora com mais de 15 anos de experiência na área. Mestre em Letras e Cultura pela UCS, Pós-graduada em História e Cultura Indígena e Afro brasileira e Licenciada em Artes Visuais pela ULBRA.

Possui formação técnica na área de química pelo IFRS, e realizou diversos cursos de conservação e restauro em Porto Alegre, São Paulo e Minas Gerais.

Docente no Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG) desde 2015, foi coordenadora do Curso Superior em Tecnologia em Conservação e Restauro, e ministra Cursos de Extensão nas áreas de Linguagens Visuais e Preservação de acervos, já tendo atuado em IES como ULBRA e ESPM.

Autora de MANUAL BÁSICO DE CONSERVAÇÃO E RESTAURO (Editora da Ulbra, 2012), atuou junto aos restauradores voluntários do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, e possui diversas publicações nas áreas de Artes, Letras, Estudos Culturais e Conservação e Restauro.

Foi membro da Diretoria de acervo da Associação Rio-Grandense de Artes Plásticas Chico Lisboa. Produziu a exposição de sua autoria Mosaico ancestral, realizada no Museu Municipal de Caxias do Sul (2020), já tendo participado de diversas exposições coletivas.

Além da produção de pinturas com variadas temáticas, Danielle já restaurou obras e coleções de grandes artistas, e oferece cursos presenciais e online na área de conservação e restauro e processos criativos.

MOSAICO ANCESTRAL

 

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A EXPOSIÇÃO

Baseada em estudos realizados durante a Pós-graduação em História e Cultura Indígena e Afro brasileira, a artista levanta por meio de suas pinturas o questionamento a respeito da formação de sua identidade cultural. Através da utilização de signos visuais e arquétipos que transitam entre as diversas culturas que nos formaram, as obras convidam o espectador a realizar uma reflexão e investigação acerca dos próprios mosaicos culturais formadores do EU. O forte e recorrente discurso que ocorre em torno da perspectiva multiculturalista, no nosso atual cenário cultural, também fortalece a temática das obras, uma vez que busca dissolver qualquer relação hierárquica entre as diversas culturas com as quais habitamos e, dessa forma, torna-se possível explorar uma nova visão acerca das bases da nossa formação sócio/cultural como um recorte de culturas igualmente reconhecidas. Levando o público a pensar sobre questões como religiosidade, etnocentrismo e etnocídio, a forte identidade visual da artista prende o espectador/experimentador, oferecendo o recurso necessário para que essas reflexões atinjam níveis mais profundos de compreensão, causando assim, uma autoconscientização da sua identidade cultural híbrida, complexa e rica.

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